quinta-feira, 15 de julho de 2010

Minha vida!

Bom eu escolhi viver com minha tia e ela é tudo para mim. Eu sou muito feliz e nada de ruim vai acontecer na minha vida. Mesmo a minha irmã, que é uma chata, me faz muito feliz , principalmente o meu sobrinho GABRIEL. Ele me chama para um lado e para o outro e não para..
Por isso, continuo afirmando que essa escolha foi muito importante para o resto da minha vida.
Faça suas escolhas corretas para não se arrepender no futuro.

Flavia Caroline de Oliveira Turma:7.1

A Arte da Minha Vida!

Olá! Eu sou a Alessandra, tenho 14 anos, nasci no dia 11/07/1995, sou do signo de câncer.
Agora vou contar uma arte que fiz aos quatro anos de idade.
Na tarde de uma quarta-feira, meu pai e minha mãe, estavam dormindo num feriado de Corpus Cristi. Eu abri a gaveta da pia e peguei uma tesoura. Cortei o cabelo. Fiquei parecida com o Chitãozinho e Chororó. Quando minha mãe acordou ela me surrou tanto que eu chequei a me mijar nas calças. Eu nunca havia apanhado tanto. Bom, essa foi a “ARTE DA MINHA VIDA!”



Alessandra da Rosa da Silva Turma:72

O nascimento

Olá! Meu nome é Andrelisa mas meus amigos me chamam de Lisa e eu vou contar uma aventura é meio...bom ,espere pra ver …
Bom, no dia 8 de outubro, dia nublado, minha mãe eu e minha irmã fomos ao hospital. “ah, esqueci de contar, minha irmã estava grávida , pois o dia tão desejado chegou a hora da Kalyandra nascer. Bom, mas tinha um problema , eu só tinha 11 anos e não poderia entrar lá para esperar .
Então fiquei, eu e minha mãe sentadas na recepção .Mas quando percebi que o segurança, não estava na porta e a recepcionista estava distraída. Eu e minha mãe saímos correndo e subimos as escadas e e sentamos na sala de espera . E eu fiquei meio escondida , mas minha mãe tinha o crachá
de acompanhante .ela me enganou e eu gostei ,pelo menos pude ver o anjinho da minha vida...
Mas eram 22:30 horas da noite , minha mãe ligou para minha prima levar ao hospital as coisas da minha irmã e da nenê .Quando ela chegou eram 23:00 horas da noite e daí, minha mãe mandou eu voltar para casa com ela isso já eram 23:30 horas da noite …. Ah, e sabe que hora ela nasceu ?
00:00 horas da madrugada “Essa menina já nasceu me contrariando”mais o importante é que ela nasceu com saúde e eu a amo muito .
Então no outro dia eu eu voltei ao hospital e me deixaram entrar , mais pra completar meu dia eu já estava conhecida como a fugitiva …(risos) brincadeira e tudo deu certo GRAÇAS A DEUS . Hoje ela já está grande e linda.


Andrelisa Pires Vieira Turma:7.3

A minha aventura e o meu terror

Eu tinha 3 anos. Estava em Pelotas, na casa do meu pai. Eu estava assistindo TV e tinha que ir ao banheiro. Fui fazer minhas necessidades. Chamei minha mãe para me limpar. Meu pai empurrou minha mãe, foi ao banheiro, me trancou, me bateu e me colocou no banho frio. Era inverno, foi um trauma para min. Eu não queria mais ver ele .

Bruno Silveira Gomes Turma:72

Minha escolha

Quando tinha meus 10 ou 11 anos tive que decidir se morava com meu pai ou com minha mãe. Com meu pai iria ter “tudo”o que quisesse de materiais,mas não iria ter o amor,educação,...
Com minha mãe só poderia esperar seu amor.
Foi aí que eu escolhi ficar com minha mãe, onde eu teria uma educação ótima,ser humilde, educada ,respeitar os outros,ser uma dona de casa e uma boa menina.
Se eu ficasse com meu pai, teria tudo o que queria,mas não teria seu amor e educação.
Isso foi bem significante para min. Hoje sou muito feliz.
As escolhas que você faz, reflete na sua vida.

Bianca Rodrigues Borges Turma:7.1

A escolha que eu fiz

A escolha que eu fiz foi jogar bola na rua e não ir ao passeio da escola . Foi ruim, pois não pude conhecer o museu da PUC, onde tinha muitas coisas interessantes. Da próxima vez, não vou perder
a chance.


William Estevão Silveira Poli Turma: 7.1

A minha aventura

Era um dia ensolarado, eu estava sentada em casa lendo um gibi, minha mãe me chamou:
-Filha, vamos dar uma volta por a?
E eu respondi:
- Hoje não,estou muito cansada.
Minha mãe entrou triste. Algumas horas depois meu pai chegou e falou para a minha mãe:
-Por que você está triste?
Minha mãe respondeu;
- Porque minha filha não quer dar uma volta comigo.
Enquanto estava lendo o meu gibi, veio minha madrinha, para nos levar para a praia, chegou perto de mim e falo:
-Oi minha afilhada.
Você não quer ir conosco para a praia?
Minha mãe ficou pálida, meu pai disse:
-Então, vamos!
Eu peguei minha mochila, arrumei minhas roupas, meus pais também, já era 3 horas e minha madrinha falou:
-Já está na hora vamos.
Meu pai tirou o carro da garagem e eu entrei peguei minha mochila e coloquei do meu lado. Minha mãe entrou também .
Chegamos na praia , minha madrinha falou:
- Vamos para a água?
- Vamos.
Corremos, brincamos muito, já era tarde começou a escurecer , entramos para a casa. Eu tomei banho e fomos comer. Depois de algumas horas fomos dormir.
Começou a clarear, fomos caminhar ver as lojas, depois arrumamos as coisas e voltamos para a casa.
Chegamos em casa, largamos nossas coisas e fomos dar uma volta com a minha cachorra.


Thais Loch Zanotto. Turma:73

A minha pior escolha!

A decisão que eu tomei foi quando minha mãe me disse para eu não ir possar na casa de minha amiga,mas eu como sou teimosa, fui. Hoje me arrependo, pois com isso ela me colocou de castigo. O pior de tudo é que ela perdeu a confiança em mim.
Agora só posso tentar reconquistar a confiança dela e estou conseguindo, eu espero.
E gostaria que todos vocês não cometessem o mesmo erro que cometi, pois pai e mãe só se tem uma vez na vida e de valor, pois existe pessoas que nem uma família tem.
E pense em cada escolha e cada passo que você tomar, pois um passo em falso e uma palavra pode fazer você perder a confiança das pessoas que você estima.


Thaiane dos Santos Burin turma:71

Minha Decisão

A minha escolha que eu fiz foi um dia sair com minhas amigas, às 07:00 da noite mas quando fomos pegar o ônibus para voltar já era 10:00 horas. Acabamos perdendo o ônibus das 10:00 e pegamos o ônibus das 11:00 e cheguei em casa às 11:40 da noite.
Isso ocorreu em um domingo, estava eu e uma amiga. Quando eu cheguei em casa, meu pai foi falando que não ia mas deixar sair com elas porque eu tinha chegado aquela hora em casa. Nãõ sei se essa minha escolha de sair à noite foi boa por que quando eu quiser meu pai não vai deixar mais.
Minha frase: Sempre pense bem antes de fazer as suas escolhas.

Tamires Geisiane Pereira de Lima Turma:71

A minha grande aventura

E eu estava na escola assistindo uma cena de muita aventura. Eu e meus amigos estávamos conversando quando de repente, o Guilherme quis dar um de sabidão e pediu para todos apostar uma corrida com ele :
- Ei pessoal, vamos apostar uma corrida? E todos responderam :
- É claro, vamos lá.
Todos nós fomos com Guilherme, mas ele começou a correr de costas e acabou caindo de bunda no chão.
E todos começaram a dar risadas dele.
Ele nem percebeu do que estávamos rindo e começou a rir junto com todos nós. Sem saber o que era, porque ele nem notou que havia caído.
E depois que de um certo tempo, ele percebeu que estava caído no chão, e se levantou em menos de 2 segundos. Ficou com uma cara de muito envergonhado e quis mudar logo de assunto. Mas o seu tombo foi muito engraçado e a turma não conseguiu mudar de assunto. Ele se sentiu muito mal, e foi para a sua sala de aula, muito triste. Ele nunca mais apostou corrida nenhuma e muito menos caminhou de costas.
Seus amigos não esqueceram do acontecimento, daquele tal dia.


Tainara Aparecida do Nascimento Ribeiro. Turma: 7.3

Passeio da escola

Eu tive que escolher entre duas coisas .Entre ir passear na rua ou ir para o passeio da escola. Escolhi ir passear na rua, onde pude brincar com os meus amigos, mas deixei de conhecer coisas novas no passeio da escola. Não sei se não tomei a decisão certa, mas no momento era o que eu achava. Acho que da próxima vez, vou escolher um passeio, para ver como será.
Pense bem quando fizer uma escolha, para não se arrepender depois.


Sávio Leonardo Godinho Chagas turma 7.1

Escolha

Eu tinha muitas confusões na escola.
Eu ia para São Caetano mas eu me desentendi com a diretora do São Caetano. Eu tinha que escolher
em ficar no Basílio ou ficar no São Caetano mas eu pensei e resolvi ficar no Basílio Tcacenco e não me arrependo porque ganhei muitos amigos e a minha melhor amiga Luana. Também conheci vários professores legais. Também conheci meus amigos Fabricio e o Douglas, eles são, meus melhores amigos guris.
Foi estranho porque muita gente que eu já fui colega estão na 5ª série e eu estou na 7ª série.


Sabrina Debona turma: 7.1

Minha Grande Aventura

Tomei meu café da manhã. Depois me entretive com um caça-palavras, e nem me dei conta que não fechei corretamente o portão. Logo passou pela minha cabeça: Meus cachorros escaparam!Rezei para que não tivesse acontecido isso, mas ao abrir a janela confirmei minha suspeita. Fugiram, simplesmente fugiram, falei mentalmente. Correr e correr, a 1ª coisa que me veio a cabeça, mas ao mesmo tempo pensei e sabia que não os alcançaria. Chamei meu irmão e o convidei para irmos procurá-los.
Ele aceitou. Então fomos à busca. Enquanto eu os procurava em uma rua, meu irmão os procurava em outra. Passaram-se horas, até que rapidamente avistei Sesci, minha cachorra. Então falei à meu irmão que a tinha visto. Ao mesmo tempo, corremos em sua direção e, quando nos aproximamos ela entrou em uma mata. Eu sinceramente à adorava, mas entrar naquela mata seria uma arriscada aventura.
Respirei fundo e fomos, eu e meu irmão, em busca de Sesci , minha cachorra, e o pior é que Bingo, meu outro cachorro, nem tinha dado o prazer de sua presença.
Entramos na mata. A escuridão formada por árvores sombrias predominava, assustando qualquer ser. Começamos a seguir os rastros deixados por ela. Eu, em hipótese alguma me afastaria de meu irmão, pois afinal, só ele estava presente naquele momento. Andamos e procuramos e não a achamos. Desistir, nunca. Mas andar mais uma pouco seria um sacrifício para mim que estava ali há horas. O lado bom é que passamos momentos “bons” juntos como: Cair me cima de restos de alimentos, sair correndo ao ouvir o barulho de um pássaro, pensando ser um animal feroz, enfim foi engraçado .
Finalmente avistamos Sesci, dormindo tranquilamente ao lado de Bingo, meu outro cachorro. Olhamos eles, tão bonitinhos, silenciosos. Parecia ser mentira que os achamos.
Felizmente acabou tudo bem, voltamos para casa sãos e salvos. Ao chegar, fui descansar , deitando em meu sofá quadriculado. O lado bom é que, até hoje, isso serviu de lição para mim, pois agora, presto mais atenção no que faço.


Roane Lemos da Silva Turma:7.3

Uma aventura misteriosa

Éramos cinco amigas, Raquel, Roane, Letícia, Janaína e Laura. Raquel era uma menina querida, legal, mas havia um mistério em sua família, e que deixava suas amigas preocupadas. Roane era uma menina inteligente, legal, mas sempre atenta aos fatos que acontecia na cidade e até no seu grupo, com seus amigos e amigas. Letícia era uma pessoa divertida, simpática, mas essa tinha uma certa aversão pelas outras quando as amigas cochichavam e davam risadas. Janaína era uma sincera amiga, mas as outras tinham pensado que ela havia se metido em alguma encrenca. Laura, por essa, havia um certo “mistério” e sofria com um problema, a diabete.
No dia 9-5-2010, recentemente, Gabriel,um garoto legal, querido, mas quando ele queria fazer uma festa, ele se “achava” muito, queria ser o maior, o que mais tinha dinheiro, mais chique, etc.
Nesse dia, ele tinha convidado nós cinco para irmos à festa dele, onde haveria comida doce,como negrinho,beijinho, etc, e comida salgada, como pastel, coxinha, etc. Chegamos lá, era muito impressionante, muita gente, então nós decidimos ir dançar. Passaram-se de 5 a 10 minutos, e cadê a Laura? Ela havia ido embora, pois ela precisava ir se encontrar com as inimigas de Raquel, Roane, Letícia e Janaína. Daí elas foram atrás, elas viram a Laura dizendo que ela iria descobrir os segredos de suas amigas e depois contar a elas, mas para que Laura descobrisse ela deveria ficar quieta, sem falar nada à ninguém.
Logo após a festa, ela voltou, Laura e as suas amigas, peguntaram aonde ela tinha ido, mas ela se negou a dizer, pois sabia que se dissesse as outras iriam fazer algo de ruim a ela. Raquel, como havia ido de carro, levou as outras para casa. Mas a Laura ficou como última, Raquel conversou com ela e disse:
-Laura, me conta o que você estava fazendo fora da festa?
-Eu tinha ido “tomar” um pouco de ar.
-Fala sério! Eu tenho certeza absoluta que você não foi “tomar” um pouco de ar.
-Como assim? Você está ficando louca?
-Eu vou te dizer o que eu sei.
-O que?
-Hummm! Eu e as outras fomos atrás de você, e eu descobri que você não é uma pessoa que dá para confiar. Você foi se encontrar com nossas inimigas e disse que iria descobrir dos nossos segredos e depois iria contar a elas.
-Eu juro que não era eu.
-Então era quem?
-Não sei, mas não era eu, e agora eu vou para casa porque eu não quero ouvir suas mentiras.
Há noite chegou, a madrugada e às 9:00hs da manhã, Raquel chamou Letícia e Janaína e conto-lhes que teve uma conversa com Laura e que foi difícil de fazê-la dizer o que ela teria ido fazer com nossas inimigas.
Passou 1,2 semanas e um telefonema. Era a mãe de Laura querendo saber se ela tinha dormido em uma de nossas casas. Raquel ficou seriamente preocupada, então ela saiu com as outras e foram procurá-la. Toda a cidade foi revirada, mas a Laura não apareceu. Sua mãe, Márcia, e seu pai, Júlio, foram à delegacia e fizeram uma queixa de desaparecimento de Laura, sua filha. A polícia procurou na cidade e também em uma mata desconhecida, onde foi achado o corpo de uma menina. Sua mãe e seu pai reconheceram o corpo. O corpo de Laura tinha queimaduras de terceiro grau. Suas amigas foram logo conversar com suas inimigas, e a Roane falou a uma delas:
-O que vocês fizeram com a Laura?
-Nós só deixamos uma lembrança por ela ter nos traído.
-Mas ela teve queimaduras de terceiro grau,como é que você nos explica isso?
-É que nós colocamos ela em uma casa de madeira e jogamos álcool e também colocamos fogo!Ha,ha,ha,...
-Isso não tem graça, viu!
E assim Roane deu um tapa na cara de Anne, chefe do grupo.
Passou-se um mês de preocupações e Anne teve vergonha na cara e confessou a polícia o que havia feito. Com isso, Anne ficou 3 anos presa em uma penitenciaria feminina.
Como no começo da história, eu havia dito que Raquel tinha um problema com sua família. Mas essa Raquel da história, era uma “morta-viva”.Ela veio, pois a Laura precisava ser ajudada, sua mãe era cheia de trabalho, seu pai também. Só que isso era um pesadelo, pois nesse dia a Raquel havia morrido. E todo esse pesadelo, era uma pista para quem tem que ser dividida em 2 grupos, e se você tiver esse tipo de pesadelo ou em realidade, nunca se esqueça de que tudo não passa de adolescência(...)

Raquel Trichez Port Turma:7.3

Um dia de perigo

Quando eu era pequeno, estava no pátio da minha casa, com um pedaço de madeira, mexendo numa cobra. Eu ficava gritando, dizendo que tinha um bicho.
O meu pai saiu para fora de casa e viu a cobra. Tirou-me de perto. A cobra já estava se preparando para dar o bote. O meu pai pegou um pedaço de pau para matá-la.
A cobra foi para baixo do tanque. O meu pai tentou achá-la pra matar, mas não conseguiu.

Rafa Cruz Turma:72

Aventura

A aventura mais aventura que eu passei, foi quando fomos para chácara do meu dindo, lá passei várias. Estava me divertindo jogando vôlei e nadando na piscina quando meu primo chegou com uma moto de corrida, eu nunca tinha andado. Fui dar uma volta, não conseguia nem se quer subir direito de grande que era. Morri de medo quando vi um morro que iríamos descer. Não sosseguei até descer daquela moto, mas quando estava no chão até que gostei.
Foi uma aventura.!!!


Rafaela da Silva Turma:73

Guerra de limão

Estávamos sem fazer nada, até que meu irmão dá a ideia:
- Vamos fazer uma guerrinha de limão?
Fomos catando os limões, cada um com seu território. No começo, ninguém se acertou mas de repente, acertei um na cara do meu amigo. E levei uma nas costas do meu irmão que derrubou a base do meu amigo. Então decidimos ir sem a base como na guerra. Eu me escondi num canto, saí e acertei meu amigo e ele estava fora, aí quando fui atacar meu irmão levei uma na cabeça e paramos. Até a próxima aventura

Rafael .A. Possamai Turma:73

Uma aventura

Era num domingo, por volta de 4:30hs da tarde meu tio e eu, decidimos irmos acampar na beira do lago .Saímos em busca do lago .Por volta de 5:00 horas da tarde, chegamos .Armamos os anzóis e depois fomos ajeitar a barraca .Ajeitamos bem a barraca , pescamos até 1:00 hora da madrugada . Fomos jantar. Jantemos pão, salada e churrasco . E depois armamos os anzóis e fomos dormir. No outro dia, eu levantei as 8.00horas .Tomei café com pão e fui ver os anzóis .Tinha duas carpas e 4 traíras .Depois meu tio levantou , nós entramos na água e brincamos uns 30 minutos . Depois armamos a rede e pegamos por volta de 12 quilos e meio de peixe. Fomos almoçar e depois fomos para casa onde chegamos às 8:00 horas da noite e aí, eu fui jantar, escovei os dentes e fui dormir.

Paulo Roberto Collett turma:73

Aventura no campo

Um dia acordei, tomei café por volta das 10:00 horas da manhã e fui jogar bola.
No campo, todas as goleiras estavam estragadas; arrumamos e começamos o jogo.
Após algumas horas, estávamos com calor e não tínhamos água. Foi aí que tudo começou. Meus amigos conheciam uma nascente ali perto, mas ficava no terreno dos gringos. Tinham inúmeras plantações, e se qualquer um entrasse lá era só correr ou correr.
Discutimos ali por alguns minutos e decidimos nos aventurar lá. Entramos abaixados com a tentativa de não sermos vistos por ninguém.
Quando chegamos tomamos água, e depois nadamos juntos. Na volta alguém viu uma pessoa abaixada no mato com um facão e outra com uma arma. Imediatamente corremos, por sorte não fomos pegos. . .
Então fomos para casa, pois certamente iriam nos procurar no campo.
Esta foi minha aventura; e a sua?

Patrick Diogo da Silva turma: 73
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Nossa travessura

Quando pequena, eu e minha irmã ficávamos com a nossa avó em casa. E como sempre, eu e minha irmã, brigando por algo, ficávamos de castigo; e foi ai que tudo começou.
Num dia chuvoso, fui assistir TV quando Andriele apareceu com um copo de água na sala. Eu contudo comecei a inticar que não podia levar água para a sala.
Nossa avó, já braba, colocou-nos de castigo: eu num cadeirote e a mana na cadeira, e nossa avó saiu.
E minha irmã não muito burra e sim arteira saiu da cadeira e trancou a porta com a chave. Quando nossa avó chegou, a porta estava trancada,e minha mana não se aguentava de rir. E eu tentava sair do cadeirote trancado à mesa, para pegar a chave dela.
Pegando a chave, começou outra briga de tapas, porque ela não queria me dar a chave.
No final, nós duas levamos uma boa bronca e mais um tempinho de castigo, só que eu na cadeira e ela no cadeirote.


Paola dos Santos Turma: 7.3

Minha maior aventura

Minha maior aventura foi quando eu e meus primos, fomos fazer uma trilha e depois acampar.
Era de manhã, um calor infernal lá na minha cidade natal, e nós sentados, conversando. De repente, minha prima teve uma ideia:
- Vamos acampar e fazer uma trilha até a lagoa?
Eu e meu outro primo, concordamos com a ideia dela. Almoçamos, e pelas duas horas da tarde, arrumamos nossas mochilas e fomos acampar.
Durante a trilha nós vimos uma cobra venenosa. Não sabíamos o que fazer, então meu primo atirou uma pedra na cobra e saímos correndo.
A cobra não era muito grande, mas nos seguiu até o fim da trilha. Minha prima avistou a cobra e gritou muito alto. Então meu tio escutou e correu em nossa direção. Meu primo caiu no chão, bem na hora em que a cobra tentou picá-lo. Meu tio chegou e matou a cobra com uma tijolada.
Depois chegamos em casa muito assustados e cansados de tanto correr. Tomamos um belo banho de piscina e comemos alguma coisa.
Aquele dia foi muito agitado para mim.
FIM!


Nicolas José Nolasco. Turma:72

Aventura

Uma vez aconteceu uma aventura quando era pequena, quando comecei a brincar com as outras crianças.
Um dia apanhei com um cabo de vassoura.
Me lembro agora quando faço alguma coisa errada, para minha mãe não me bater. Eu me comporto para poder ganhar as coisas da minha mãe. O meu maior sonho é ser professora e ser motorista para poder sair com minha mãe e meus irmãos, de carro. A minha ventura é ser amiga de todos, ser carinhosa, ser educada com todos os meus amigos.
A minha maior aventura será quando eu for viajar de avião com minha mãe. Minha maior aventura será essa: passear com a minha família.


Mirka Moreira. Turma:72

Um acontecimento quando era pequeno

Quando eu era pequeno, minha mãe estava me dando banho num riozinho. Eu vi uma cobra bem grande na água e eu saí de dentro da água. Quando saí, chegou meu tio com um pedaço de madeira grande e começou a bater na cobra e a matou. Numa outra vez, eu e meus amigos estávamos jogando futebol quando chutei a bola para fora do campo. Fui pegar e vi uma cobra. Levei um susto. Então, eu e meus amigos começamos a bater nela e depois abrimos. Foi tri nojento e jogamos a cobra longe.


Lucas Dias Nascimento Turma: 72

Escolha

Bom! Um dia, eu estava em casa e de repente, o telefone tocou. Era minha amiga me convidando para irmos ao centro que ela tinha que pagar as contas da mãe. Eu disse que não, pois eu tinha uma prova no outro dia e eu tinha que estudar para tirar uma boa nota. E ela ficou brava e disse:
-Quando você me convida eu sempre vou, e agora você não pode?
E aí eu disse para ela:
-Você sabe, se eu pudesse eu ia com muito prazer, mas tenho que estudar para minha prova.
Ela aceitou a resposta e foi sozinha. Eu não me arrependo de ter falado não, pois fui muito bem prova e consegui alcançar a minha nota, pois estava abaixo da média.


Luana Pinheiro da Silva turma:71

Minha Escolha

Eu fiz uma escolha: umas amigas,eu pensava que eram minhas amigas, o ano passado ,eu tinha essas amigas a Franciele e a Geci elas falavam coisas para mim e eu ia na pilha delas e minha mãe não gostava delas e do que nós fazíamos isso interferiu na minha vida numa forma negativa. Eu fiquei de mal com meus familiares mas minha mãe me deu conselhos e eu parei de andar com elas e parei de sair com elas porque elas aprontaram e colocaram na minha culpa.

Luana Moreira dos Santos Turma:7.1

Minha arte na Infância

A minha aventura foi com minha prima ''mais que uma irmã'' que chama Dani . Nós fomos para a praia lá nós chegamos na casa limpamos depois fomos na piscina que é atras da minha casa. No dia em que chegamos estava nublado,não dava para entrar na piscina porque estava muito fria a água,mas porque como nós estávamos muito com vontade de entrar,e meus pais não deixaram,eu e minha prima, combinamos para , no dia seguinte de manhã bem cedo,entrar antes de meus pais acordarem,porque eles não iam deixar.
No outro dia , acordamos ás 7h da manhã,estava saindo o sol,mas a água estava fria,porque não tinha batido o sol na piscina. Mesmo assim,nos entramos ficamos uns 20 minutos, meus pais acordaram e nos viram lá na piscina. Minha mãe desceu lá em baixo e deu um xingão e falou que se nós ficássemos doentes com gripe,não íamos aproveitar a praia. Nós saiamos e nem demos bola.
No dia seguinte,acordamos com tosse e com gripe. A mãe chegou no quarto e disse:''eu avisei vocês, agora não vão poder aproveitar a praia por não ter esperado um dia sem entrar na piscina. Ficamos 15 dias doentes na praia com gripe. Foram as piores férias na praia,agora aprendemos a obedecer nossos pais,porque eles querem só o bem para nós.

Luana de Freitas Turma:7.2

Minha grande aventura

Certo dia, quando voltava da escola para minha casa, eu e minha amiga estávamos caminhando lentamente. Vimos dois homens vindo atrás da gente e começaram a falar coisas. Nós não escutávamos direito e, até num momento, pensamos que não era com a gente, porque tinha mais uma pessoa na nossa frente. Então eles começaram a chegar mais perto de nós duas e falaram que era um assalto. Eu e minha amiga não tínhamos absolutamente nada para sermos assaltadas, só os materiais da escola. Mas, graças a Deus, apareceram três homens que salvaram a gente desse grande susto.


Liliane Gonçalves de Araújo Turma:7.3

Os escoteiros

No dia 09 de janeiro de 2007, ao completar meus 10 anos de idade, fui convidada a participar dos Escoteiros.
Esse convite foi feito através da internet, na qual tive de responder a várias questões. Após responder todas eu entrei numa sala para conhecer meus colegas.
Passados 3 dias, lá estávamos nós preparados mas sem ter ideia para onde iríamos , o que levaríamos para a viagem, etc…
Eu ainda tinha dúvida se iria ou não para essa experiencia mesmo estando preparada para o que der e vier. Eu achava que era só um aprendizado novo, o programa onde várias pessoas se distraiam, mas também sabia que havia emoções, altos e baixos, adrenalina.
Resolvi, tive uma decisão insensata, mas escolhi participar do projeto dos escoteiros. Fomos para uma fazenda longe de tudo, fui sem meus pais. Cuidamos dos animais. Passamos por uma prova de coragem onde a pouco tempo tinha feito aniversário, fui a primeira a participar. Começamos com uma escalada, depois era para nós comermos insetos, sem falar em outros animais bizarros.
Essa foi uma experiencia muito legal. Como sou burrinha e como no livro, não sei o nome do líder do projeto.

Letícia Sabrina de Souza Rodrigues. Turma:73

A MINHA ESCOLHA CERTA!

A escolha que eu fiz, foi comprar um jogo de play2 que todos os meus amigos tinham. Eu gostei do jogo e essa foi uma escolha certa, porque esse jogo é de fases e eu posso me divertir muito.


Leonardo Noronha turma 7.1

Uma infância de aventura

Quando eu era pequena,minha mãe sempre dizia que eu fazia muitas “artes”,mas tem uma aventura da minha infância que eu nunca esqueci,foi assim...
Era um dia chuvoso,minha mãe tinha ido trabalhar e eu e meu irmão ficamos em casa assistindo filme,deitados em um colchão que havíamos colocado na sala,em frente a televisão. Mas o meu irmão sempre teve um problema,se ele assistisse um filme deitado,ele sempre dormia no meio do filme. Então naquele dia frio e chuvoso de inverno,eu,com apenas 6 anos de idade,fiz uma sacanagem pra ele. Fui na geladeira,peguei uma forminha de gelo e retirei os quadradinhos de gelo das forminhas. Como o meu irmão estava sem camisa,coloquei as pedrinhas de gelo nas costas dele. Foi a maior comédia,porque ele saltou do colchão,saiu pulando por toda a casa,e ainda brigou comigo e quase me bateu...
Depois daquele dia em diante,ele sempre assistia filmes comigo,de medo que eu fizesse isso com ele novamente.

Josiane

As artes da minha vida!!!

Eu devo ter muita sorte, pois me machucava sempre e nunca aconteceu nada sério. Vou contar por partes: com apenas 2 dias de vida me afoguei com leite materno; com 3 meses tive problemas de bronquite asmática; com 9 meses, puxei o fio de um ferro de passar roupa e o mesmo caiu de ponta na minha cabeça; com 1 ano e 2 meses, estava brincando com uma motoca e, sem querer, deixei a bicicleta de meu avô cair em minha cabeça. Com 2 anos, estava brincando de jogo da memória e uma das peças caiu embaixo do sofá. Minha irmã levantou o sofá para eu pegar, mas ela não aguentou e soltou no meu dedo. Resultado: arranquei a unha; e, por último com 4 anos de idade, peguei um fio desencapado e botei na tomada, levei um choque e meus dedos ficaram pretos na hora.
Quando me lembro de tudo isso, acho que tenho muita SORTE!!!

João Daniel Pereira de Oliveira Turma:72

Refletir

Meu pai sempre me dizia que eu precisava aproveitar a minha vida o máximo. Eu nunca o ouvia, mas dias depois, ele veio aqui na escola. Eu era pequeno e estava na 3° série.
A professora do SOE entrou na sala e chamou o meu nome, eu não tinha entendido nada. Ela me chamou para fora da sala de aula e disse que meus pais estavam ma esperando e me deu um bilhete de autorização de saída. Quando saí, vi minha mãe chorando e meu pai consolando ela, fui correndo até eles e perguntei o que estava acontecendo. Minha mãe disse que meu avô estava no hospital doente.
Fomos para casa e minha mãe arrumou as suas roupas dentro de uma mala e meu pai tirou o carro da garagem. Ela disse que íamos viajar para Pirapó aonde ele morava. Enquanto estávamos andando
de carro e estava pensando, e refletindo o que meu pai dizia. Quando chegamos lá, vi a minha mãe abrindo a porta do carro e entrando no hospital. Um tempo depois veio a notícia ruim, meu avô tinha falecido. Veio a frase que meu pai sempre falava. Então eu percebi o quanto é importante, aproveitar a vida no máximo que poder.

Jeverson da Costa Palhano Turma: 7.1

Minha arte na minha infância

Quando eu era pequena tinha 3 anos eu e minha boneca pegamos o ônibus aqui na frente de casa e parei na outra parada a 3 quadras daqui. Vim a pé até em casa, minha mãe estava bem preocupada atrás de mim. Quase que ela chamou a polícia para ir atrás de mim.
Quando ela olhou para cima do morro, viu uma criança muito parecida comigo descendo com uma boneca nos braços.
Ela ficou bem brava comigo e quase me bateu.
E essa foi minha arte na infância.

Jéssica Zanella Turma:7.2

A minha escolha

A minha escolha foi de ir morar com meu pai em São Marcos. Lá em São Marcos foi bem legal, pois conheci novos amigos, lugares diferentes, lá eles iam nas casas no dia do Halloween pedir doces e quem não dava levava ovos na casa. Era bem legal. Depois de um tempo, meu pai voltou para Caxias do Sul e como não tinha colégio perto da casa dele, eu voltei a morar com minha mãe. Nunca mais voltei para a casa de meu pai. Agora eu estou feliz com a minha decisão e não mudaria a minha escolha. Mas as vezes eu sinto falta de morar com meu pai de novo.
Escolha bem as suas decisões para depois não se arrepender delas.



Jéferson Swaisser da Silva Turma:71

Minha aventura

A minha maior aventura foi quando eu e minha irmã meus padrinhos a passar o ano novo no Vale Verde. A minha maior aventura lá foi quando o terceiro dia amanheceu chovendo. Naquela manhã, a gente tinha ficado debaixo de uma cabaninha só que quando começou a chover a gente viu na lona da barraca que nós tínhamos colocado uma bolha de água grande .Ficamos com medo daquela bolha estourar porque se ela estourasse as nossas coisas : tv, videogame, rádio, roupas, iriam molhar e estragar. Ao passar o dia, a gente foi se refrescar nas piscinas .Chegando à noite, eu fui ao bar com meus primos Elviton e Maicon. Fomos jogar sinuca. Quando nos demos conta a gente viu que estava chovendo pra caramba. Corremos pra barraquinha para ver se estava tudo bem. Chegou a hora de ir dormir e quando nos demos conta voltou a crescer aquela bolha. Depois ao passar o dia estava ainda chovendo. Quando fomos levantar da cama vimos que estava querendo alagar a barraquinha. A única coisa que nos ajudou foi a lona que a gente botou ao redor da barraca. No final dessa aventura nós começamos dar risada.

Jardel da Cruz Moreira turma:73

Uma arte ilegal

“Uma vez, eu aprontei com a minha mãe, foi só ela virar as costas para falar com a minha tia na janela. Eu estava com muita fome, minha mãe tinha feito uma nega-maluca. Eu tinha 2 anos e 3 meses de idade, me debrucei no forno do fogão a gás, queria muito aquele bolo.
Estava esquentando leite e água em uma canequinha. O fogão caiu em cima de mim e eu me queimei, mas só não queimei o rosto e o meu braço esquerdo.
Quando eu era pequena mexia em tudo, era muito bagunceira, mas hoje mudei. Estudo mais, gosto de tudo que faço, sou muito feliz, mesmo com os problemas que enfrento. Sou feliz. E vivo cada segundo da minha vida. Por isso, hoje falo a todos: curtam bem cada segundo de suas vidas.”

Jaqueline de Brito Souza Turma: 7.2

Minha Aventura

Estávamos eu e minha amiga na chácara, um açude estava sendo construído e lá em baixo tinha muita lama. Nós entramos e ficamos toda sujas. A mãe da minha amiga falou que era para nós irmos tomar banho no rio para sair a lama. Continuamos a fazer arte. Descemos a correnteza do rio, nos esfolamos e quase que não conseguimos voltar, mas nos seguramos nos galhos e então conseguimos.
À tarde fomos na metade do rio e tentamos ir contra a correnteza. Minha amiga foi indo para o meio do rio carregando:um celular, um mp4 e uma câmera fotográfica. Eu fiquei na beira,onde alcançava às árvores. Minha amiga caiu, mas não deixou seus objetos molharem. Me deu, pedindo para eu segurar ela também. Saímos do rio e ficamos um pouco assustadas.
Foi um dia inesquecível.
Foi maravilhoso aquele tempo. Gostaria de ter esta aventura novamente.

Janaína Matos da Silva turma:73

Meu vizinho

Há umas semanas atrás o meu vizinho tinha um irmão drogado e ele me chamou para ligar para a polícia porque o irmão dele queria matar o outro irmão.
Eu estava passando para ir na casa do meu amigo Lucas e na volta, eu estava passando, e ele falou para não ligar à policia. Saiu foi para o mato e eu corri para casa.


Jacson Silvestri turma:73

Uma grande Aventura

Um dia fui lá na minha tia, no sítio, eu e meu primo fomos laçar as vacas. Eu lacei o touro pequeno e o meu primo a vaca quando fomos tirar a corda do pescoço, ela foi atrás de nós. Subimos numa árvore, e a vaca ficou lá perto de nós. Chamamos a tia, ela espantou a vaca e nós saímos. No outro dia eu, e a minha prima,minha irmã e meu primo, acharam uma garça e tentamos pegar ela. Eu e meu primo tentamos laçar, não conseguimos e então pegamos uma coberta e jogamos em cima dela.
Não conseguimos. Então lacei-a e levamos ao galinheiro e nós vimos que ela estava com a asa machucada. Nós não sabíamos o que ela comia e ela não podia entrar no galinheiro porque ela avançava e no outro, dia a gente foi lá e ela estava morta. E nós levamos ela lá no morro e enterramos, depois daquele dia eu e minha irmã, meu primo e minha prima, tomamos banho de chuva e de noite nós assistimos “Pânico na Floresta”. Mais tarde contamos histórias e piadas e jogamos baralho. Dormimos, acordamos e meu pai estava tirando leite da vaca, e depois de tirar um pouco do leite, eu pedi se dava pra nós tirarmos um pouco. Pagamos e jogamos o leite na nossas caras, fomos lavar e depois jogamos futebol, deu 5 a 3.


Israel de Souza Cavalhero Turma: 73

A minha aventura

Eram 6 horas da tarde no sítio da minha vó, nós estávamos arrancando minhoca para irmos pescar no açude .Mais tarde pegamos os caniços e a lanterna e fomos para o açude .
Nós iscamos os anzóis, jogamos no rio e ficamos 20 minutos com os anzóis na água .
Mas não puxava o anzol . Demorou mais um pouco e de repente apareceu um bicho peludo .Ele
era todo preto e parecia um lobisomem .Nós saímos correndo para a casa da minha vó e lá no açude deixamos os caniços , a lanterna , tudo mais .
No outro dia , fomos lá ver no açude .Não tinha nada , nós sabíamos que, era o vizinho da minha
vó , só que ele mora 5km da casa da minha vó.


Ilhon Pereira da Silva turma:73

Minha Infância

Minha mãe me disse que quando eu era bebê, quase morri, por que eu tinha asma e mal conseguia respirar.
Ela disse que eu fiquei em torno de um mês na UTI do Hospital Pompéia, porque estava muito doente por causa da asma.
Quando estava na UTI, eu fiquei gordo por causa das medicações.
Tive que fazer uma pequena cirurgia para colocar um catéter para pegar a veia e colocar as medicações.
Melhorei e hoje estou na sétima série, estou saudável e nunca mais tive asma.


Henrique de Oliveira Morais Turma:7.2

A minha primeira aventura

A minha primeira aventura foi quando eu fui pousar na casa de uma amiga minha, a Amanda.
Nós entramos na piscina da casa dela, ''era muito quente''. Então, tomamos banho, almoçamos e fomos para o parque de diversões o Yupi. Lá no Mart Center, não havia lugar no estacionamento. Enquanto a mãe dela achava lugar, descemos do carro e fomos correndo comprar ingressos. A nossa primeira aventura foi na montanha russa. Quando eu me deparei com aquele monstro gigante fiquei com medo, mas fomos. Quando o carrinho começou a subir, tudo foi ficando pequeno e, quando ele chegou lá em cima, começou a andar tão rápido e tão forte que me dava a sensação de estar andando a mais de 200 km/h. Eu saí da montanha russa tremendo! Depois fomos no barco pirata, dance, espiral, carrinho de choque e aí fomos no Kamykase e por fim andamos na montanha russa novamente. Depois que eu andei no Kamykase fiquei mal, então a mãe da Amanda me levou para casa, e escrevi isso tudinho no meu diário.
Foi incrível!!

Glória Muller Homem Turma: 7.2

Escolhas!

Uma escolha que eu não me arrependo é de estudar, porque eu quero ser alguém na vida , eu fiz várias escolhas e não me arrependo de nenhuma delas. A escolha de estudar foi minha escolha, porque eu não queria ficar em casa sem saber nada pois eu sei que tem muitas pessoas que não tem como estudar e porque temos que aceitar coisas boas e negar coisas que não fazem bem para nós. Meu conselho é plante coisas boas e ao colher, colherá coisas melhores ainda.

Giulia Malaguez Castros Turma:71

Meu fato!

Quando eu tinha dois anos, fui para o hospital. Eu estava com pontada dupla e fiquei um mês e meio hospitalizada. O médico falou que era grave. Minha mãe ficou desesperada. O médico falou que, se eu fizesse um tratamento certo, poderia melhorar. Ele deu uma receita para minha mãe. Ela tinha que comprar alguns remédios, porque nos postos de saúde não tinha o que eu precisava. Ela ficou desesperada. Pediu emprestado para uma amiga, que emprestou. Eu fiz o tratamento certo e agora tenho quatorze anos, estou na escola na sétima série, e nunca mais me deu pontada dupla ,e nem precisei ir ao hospital.

Franciele de Castro turma: 72

Um dia diferente

Foi um dia bem em frente a escola, lá estava eu pulando depois de um dia intenso em cima dos cadernos. Pulando feito um macaco de um lado para outro, eu não sabia se deveria tentar dar um daqueles pulos que se dobravam todos no ar. Teimoso eu persisti .
De repente, eu senti uma dor insuportável no meu braço esquerdo, não tinha como voltar atrás.
Sem eu saber, tinha quebrado o braço só que eu não chorei. Tinha umas meninas bem bonitas, ia ficar feio se eu chorasse. Essa foi a escolha mais errada da minha vida, por enquanto.
As vezes, não devemos agir com teimosia. Devemos pensar com a razão.

Fernando dos Santos

Minha Grande Aventura

Certo dia, eu resolvi ir atrás da minha casa para pegar grilos e colocá-los em um litro de coca-cola,
que eu estava segurando. A minha mãe me falou para tomar cuidado porque podia ser picado por algum bicho, mesmo assim fui. Algumas horas depois eu tinha pegado muitos grilos de várias cores. Depois que tomei banho e jantei fui dormir. No outro dia, quando minha mãe foi me dar um beijo,
antes de ir trabalhar, ela viu minha perna direita que estava inchada. Ela e meu pai me levaram para o Postão. Quando o médico me examinou, ele disse que eu tinha sido picado por um escorpião.
Depois que eu levei uma injeção na perna, não consegui mais mexer. Quando chegamos em casa fomos ver se encontrávamos o escorpião que me picou. Minha mãe virou muitas pedras até que achou. Era um escorpião preto. Quando a minha mãe achou o escorpião ela o matou.
Depois daquele dia, eu fiquei alérgico a qualquer inseto ou bicho.


Felipe Ferreira turma:73

Minha história louca

Quando tinha 12 anos, eu estava andando de bicicleta , mas não tinha a intenção de me machucar.
Eu estava distraído com meus amigos e não sabia se ia acontecer alguma coisa comigo, ou não.
De repente vi meus amigos empinaram sua bike e resolvi empinar também. Na primeira vez caí mas não dei bola.
Quando eu estava empinando de repente caí e a minha perna estava com um corte longo. Então resolvi ligar para minha mãe . desesperada ela pediu para meu vizinho vir me buscar. Assim quando eu chequei em casa, minha mãe me levou no meu padrinho que me levou para o Postão .
Chegando lá, o médico precisou dar duas anestesias e eu fiz 23 pontos.
Esta é minha história louca, mas o ruim é que isso não sai da minha mente, meus amigos, eles dizem:
- Tu é muito burro de ter caído assim!
Eu sempre andei de bike e eles sempre jogaram bola. Hoje eles jogam super bem e eu não, então eu resolvi jogar no gol, mas recém comecei a jogar, e por isso vou me esforçar.

Felipe dos Santos Turma:72

A grande aventura inesquecível

Foi uma grande aventura que eu não vou esquecer nunca. Aconteceu tudo assim; foi um domingo de manhã, eram aproximadamente 4:30horas. Eu me levantei e fui arrumar as minhas roupas e tomei meu café. Saí ás 5 horas da manhã, e fui para a parada de ônibus.
O ônibus deu a partida, fomos para a praça e saímos direto a Farroupilha. Passamos Farroupilha , Bento Gonçalves,e chegamos a Nova Prata.
Descemos do ônibus e já chegamos em frente das piscinas térmicas. Eram muito quentes as águas. Eu já fui direto aos tobogãs , porque é muito divertido descer lá das alturas e fui um pouco nas piscinas térmicas, que são de 42graus. Chegou o meio dia. Eu fui ver as lagoas, a ponte de madeira e o cabo de ação. A ponte chacoalhava bem no meio e aí ela parecia que ia cair. Andei de pedalinho e as 2:30horas, fiz um rapel de 100metros de alturas. Às 4 horas, fui tomar um café na lancheria. Às 5 horas entramos no ônibus e viemos para Caxias. Chegamos as 8:30horas da noite. Eu cheguei em casa e fui dormir .


Everton de Lima turma:7.3

Meu susto

Eu e minha família fomos viajar para Gramado,visitar minha tia.
Nós chegamos lá e logo meu tio e meus primos chegaram também.
À noite todos fomos ao parque. Estava tudo muito bom, tudo muito legal, mas meu primo sentiu que faltava alguém, meu irmão.
Minha mãe ficou desesperada, e eu também. Mas não adiantava ficar ali chorando, então todos fomos procurar.
Procuramos por todo parque, mas não o encontramos.
Minha mãe passou mal, quando foi ao banheiro vomitar. Viu que a porta do banheiro estava trancada e que tinha uma criança chorando. Minha mãe conheceu o choro do meu irmão, então o guarda derrubou a porta,e realmente era meu irmão.
Dali em diante, ele disse que nunca mais iria sair de perto de nós sem avisar.




Eliara Macedo dos santos. Turma:7.3

Minha história

A história da minha vida começa no meu colégio. Na educação física estava chovendo muito.
Eu não podia sair do colégio, porque a chuva estava muito forte.
A minha prima estava fazendo um trabalho no colégio .
Ela saiu do trabalho e me viu.
Ela me chamou para eu ir embora com ela.
Fui e fiquei na casa dela.
Depois a minha mãe foi ali e me levou embora e em casa, ela brigou comigo, porque eu fiquei na casa da minha prima, e não a avisei, mas depois a minha mãe nunca mais brigou comigo.

Eduardo Medeiros de Oliveira Turma:72

Minha escolha

Eu faço coral na casinha, mas certo dia uma professora da escola apareceu e disse que teria campeonato de xadrez. Eu falei que eu queria, só que era na sexta-feira:o coral e o xadrez juntos, um problema. Pensei no xadrez e pensei no coral e eu decide ficar no coral e não no xadrez, mas admito que fiquei muito na dúvida.
Mas na vida, temos que fazer nossas escolhas e arcar com as consequências. Pense bem, antes de fazer uma escolha errada, pois é pra toda a vida.


Dionatan Lima Oliveira Turma: 7.1

Minha história

Num fim de semana,a minha madrinha e minha prima, foram em minha casa.
Elas ficaram dentro de casa tomando chimarrão,eu e minha prima, minha irmã, fomos brincar de pega-pega .Eu corri atrás da minha casa e minha prima me pegou .Fui correr e ela me empurrou. Caí de cara numa pedra e me machuquei .minha sobrancelha .Tive que fazer 4 pontos .Isso aconteceu quando eu era bem pequena, tinha 5 anos.
E essa é minha história !


Daiane Borges Ferreira Turma:72

Uma aventura no campo

Nas férias do ano retrasado, eu fui passear na casa do meu padrinho,que mora em Vacaria.
Chegando lá ele me disse que iríamos sair para jantar na casa do amigo dele, e iríamos a cavalo.
Saindo passamos pelo campo onde havia muitas vacas, só que elas não ficavam sozinhas lá não, havia um outro animal que se chama PUMA.
Passamos bem devagar para não sermos atacados por ele.
Chegamos na casa do amigo do meu padrinho, jantamos, demos nossas risadas e voltamos para casa correndo, pois o PUMA estava atacando as vacas, que não conseguimos salvar.
Por sorte, chegamos a salvo, pois passar por uma aventura como essa não é para qualquer um não.
Hoje vejo que é perigoso estar mexendo com animais feito o PUMA, hoje eu morro de medo.
ESSA É MINHA AVENTURA.E VOCÊ TEM ALGUMA? ENTÃO ESCREVA.

Charles Santos Silva Turma:72

Caçadora do perigo...

Em certo dia, no Distrito de Pedra Lisa, em “São Francisca de Paula”, passei por uma grande aventura.
Eu estava concorrendo a Boneca Viva da Festa. Estavam todos almoçando, quando de repente, eu sumi,todos estavam à minha procura e ninguém me achou. Estava apenas me aventurando um pouquinho. Atravessei um poço de mais de 80 metros de extensão e cheguei até uma casa, onde tinha um revólver carregado. Voltei atravessando o mesmo poço, segurando o revólver na mão; tinha apenas 2 anos e meio de idade. Depois disso, fui até ao cemitério e quase caí em um ninho de cobra cascavel.
Dos 13 anos de vida que tenho, para mim essa foi a maior aventura pela qual já passei.

Caroline de Oliveira dos Santos turma:72

Minha escolha

Meu pai botou minha mãe na justiça para me tirar dela.
E com isso eu fiquei muito brava com ele não converso com ele porque,fui pedir o a ele porque colocou minha mãe na justiça. Ele falou que aquilo não era hora de estar ligando para a casa dos outros e eu desliguei o telefone na cara dele. Agora eu não falo mais com ele porque ele brigou comigo.

Caroline dos Reis Frizzo Turma:7.1

Loucos por aventura

Oi, meu nome é Brenda e tenho 11 anos.Vou contar do dia que eu andei de helicóptero lá na Festa da Uva. Andamos eu,meu pai e mais outro homem que eu não conheço. Custou para cada um andar R$90,00 e vale a pena porque é muito bom, só que a gente fica com muito medo ao levantar do chão, as pessoas ficam como uma formiga e isso aconteceu em 2010.


Brenda Turma 52

Minha escolha

Quando tinha meus 10 ou 11 anos tive que decidir se morava com meu pai ou com minha mãe. Com meu pai iria ter “tudo”o que quisesse de materiais,mas não iria ter o amor,educação,...
Com minha mãe só poderia esperar seu amor.
Foi aí que eu escolhi ficar com minha mãe, onde eu teria uma educação ótima,ser humilde, educada ,respeitar os outros,ser uma dona de casa e uma boa menina.
Se eu ficasse com meu pai, teria tudo o que queria,mas não teria seu amor e educação.
Isso foi bem significante para min. Hoje sou muito feliz.
As escolhas que você faz, reflete na sua vida.

Bianca Rodrigues Borges Turma:7.1

O nascimento

Olá! Meu nome é Andrelisa mas meus amigos me chamam de Lisa e eu vou contar uma aventura é meio...bom ,espere pra ver …
Bom, no dia 8 de outubro, dia nublado, minha mãe eu e minha irmã fomos ao hospital. “ah, esqueci de contar, minha irmã estava grávida , pois o dia tão desejado chegou a hora da Kalyandra nascer. Bom, mas tinha um problema , eu só tinha 11 anos e não poderia entrar lá para esperar .
Então fiquei, eu e minha mãe sentadas na recepção .Mas quando percebi que o segurança, não estava na porta e a recepcionista estava distraída. Eu e minha mãe saímos correndo e subimos as escadas e e sentamos na sala de espera . E eu fiquei meio escondida , mas minha mãe tinha o crachá
de acompanhante .ela me enganou e eu gostei ,pelo menos pude ver o anjinho da minha vida...
Mas eram 22:30 horas da noite , minha mãe ligou para minha prima levar ao hospital as coisas da minha irmã e da nenê .Quando ela chegou eram 23:00 horas da noite e daí, minha mãe mandou eu voltar para casa com ela isso já eram 23:30 horas da noite …. Ah, e sabe que hora ela nasceu ?
00:00 horas da madrugada “Essa menina já nasceu me contrariando”mais o importante é que ela nasceu com saúde e eu a amo muito .
Então no outro dia eu eu voltei ao hospital e me deixaram entrar , mais pra completar meu dia eu já estava conhecida como a fugitiva …(risos) brincadeira e tudo deu certo GRAÇAS A DEUS . Hoje ela já está grande e linda.


Andrelisa Pires Vieira Turma:7.3

A Arte da Minha Vida!

Olá! Eu sou a Alessandra, tenho 14 anos, nasci no dia 11/07/1995, sou do signo de câncer.
Agora vou contar uma arte que fiz aos quatro anos de idade.
Na tarde de uma quarta-feira, meu pai e minha mãe, estavam dormindo num feriado de Corpus Cristi. Eu abri a gaveta da pia e peguei uma tesoura. Cortei o cabelo. Fiquei parecida com o Chitãozinho e Chororó. Quando minha mãe acordou ela me surrou tanto que eu chequei a me mijar nas calças. Eu nunca havia apanhado tanto. Bom, essa foi a “ARTE DA MINHA VIDA!”



Alessandra da Rosa da Silva Turma:72

Minha vida

Bom eu escolhi viver com minha tia e ela é tudo para mim. Eu sou muito feliz e nada de ruim vai acontecer na minha vida. Mesmo a minha irmã, que é uma chata, me faz muito feliz , principalmente o meu sobrinho GABRIEL. Ele me chama para um lado e para o outro e não para..
Por isso, continuo afirmando que essa escolha foi muito importante para o resto da minha vida.
Faça suas escolhas corretas para não se arrepender no futuro.

Flavia Caroline de Oliveira Turma:7.1

segunda-feira, 5 de julho de 2010

A CASA!

O livro "A Casa" de Gustavo Melo remete a reflexão sobre as Escolhas que fazemos e como elas interferem no percurso da vida. Elas podem ter resultados positivos ou negativos, portanto deve-se pensar muito bem antes de fazer uma Escolha. Os alunos da 7ª série,(turmas 7.1, 7.2 e 7.3) da Escola Municipal de Ensino Fundamental Basílio Tcacenco, em Caxias do Sul - RS, após lerem e debaterem sobre o livro, relataram uma aventura ou uma escolha que fizeram e como interferiu nas suas vida.